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Bilionários brasileiros tem um novo líder mais rico

Bilionários brasileiros tem um novo líder

O banqueiro Joseph Safra superou o empresário e financista Jorge Paulo Lemann, que liderava o ranking desde 2013;
Luiza Helena Trajano, na oitava posição, agora detém o título de mulher mais rica do Brasil.

A lista das maiores fortunas do Brasil compilada pela revista Forbes teve uma mudança de liderança este ano. O banqueiro Joseph Safra, com fortuna estimada em R$ 119 bilhões (US$ 22 bilhões), deslocou-se do grande empresário Jorge Paulo Lemann, sócio da ABInbev e da empresa de private equity 3G Capital que lidera o ranking desde 2013.

Outro destaque da lista é a presidente da rede de varejo Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, que hoje detém o título de mulher mais rica do Brasil. No ranking geral, Luiza Helena é, no momento, a oitava pessoa com maior fortuna do país.

Eduardo Saverin, cofundador do Facebook e proprietário da empresa de investimentos em tecnologia B Capital Group, aparece pela primeira vez na terceira posição do ranking, depois de sua fortuna ter subido 61% em relação ao ano anterior.

O topo da lista dos bilionários brasileiros concentra-se nos setores de varejo, finanças e private equity. Segundo a Forbes Brasil, a soma total das fortunas dos 238 bilionários brasileiros é de R$ 1,6 trilhão (US$ 297 bilhões).

Jorge Paulo Lemann
Jorge Paulo Lemann

Confira os 10 primeiros:

  1. Joseph Safra (finanças): US$ 22 bilhões
  2. Jorge Paulo Lemann (alimentos/bebidas e private equity): US$ 17 bilhões
  3. Eduardo Saverin (tecnologia e investimentos): US$ 12,6 bilhões
  4. Marcel Herrmann Telles (alimentos/bebidas e private equity): US$ 10 bilhões
  5. Carlos Alberto Sicupira (alimentos/bebidas e private equity): US$ 8 bilhões
  6. Alexandre Behring (private equity): US$ 6,3 bilhões
  7. André Esteves (finanças): US$ 4,6 bilhões
  8. Luiza Trajano (varejo): US$ 4,5 bilhões
  9. Ilson Mateus (varejo): US$ 3,7 bilhões
  10. Luciano Hang (varejo): US$ 3,5 bilhões

O 1% mais rico dos brasileiros teve um aumento real de 8,4% em sua renda mensal em 2018. No mesmo período, os 5% mais pobres da população tiveram uma retração de 3,2% nas receitas. Enquanto a média mensal dos mais ricos era de US$ 6,5 mil, os mais pobres ganhavam US$ 37%. Os números fazem parte de um levantamento sobre todos os tipos de emprego e fontes de renda das pessoas que vivem no Brasil, encontrado na PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), realizada pelo IBGE.

As perdas também são relatadas se o grupo for feito para cobrir os 30% mais pobres. Além da queda de 3,2% para os 5% mais pobres, o grupo de 5% a 10% caiu 1,4%. As perdas para os 10-20 por cento mais pobres foram relatadas em 1,5 por cento. Para 20-30 por cento, a redução foi de 0,8 por cento.

“Dos 30% com as receitas mais baixas, todos tiveram uma redução em relação a 2017 na renda média; todos perderam um pouco”, disse Maria Lúcia Vieira, gerente de pesquisa.

Ela destacou que alguns desses resultados vêm como resultado da redução do emprego na indústria e na construção. A analista do IBGE Adriana Beringuy mencionou que o impacto foi sentido pelos trabalhadores das áreas de informação, telecomunicações e serviços financeiros e administrativos. “Essa atividade perdeu um grande número de pessoas ocupadas e, quando contratada, o trabalho era geralmente informal e os trabalhadores autônomos. Até os setores mais formalizados absorveram trabalhadores com menor faturamento.”

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